Política

PF investiga transferências para Toffoli; ministro alega lucro em venda de resort

Rosinei Coutinho/STF
Toffoli afirma que recebeu recursos da empresa familiar Maridt após vender sua participação no resort em 2021  |   Bnews - Divulgação Rosinei Coutinho/STF
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 12/02/2026, às 07h35 - Atualizado às 07h35



O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli detalhou pela primeira vez o seu envolvimento com o resort Tayayá depois que a Polícia Federal (PF) passou a apurar transferência de recursos para o magistrado.

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Toffoli diz que recebeu dinheiro da empresa familiar Maridt após vender sua participação no resort em 2021 para o fundo Arleen, da teia do banqueiro Daniel Vorcaro, já que era sócio da empresa junto a outros familiares.

Segundo a jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, o nome dele não aparece nos documentos públicos da empresa, porque é uma Sociedade Anônima de livro em que o nome dos acionistas não é acessível a terceiros. Apenas o nome de dois de seus irmãos são públicos, por serem os administradores da empresa.

Segundo o magistrado, todas as transferências de recursos foram lícitas e declaradas à Receita Federal. O ministro disse ainda que todos os pedidos feitos pela PF contra Vorcaro foram deferidos por ele.

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