Política
Publicado em 04/09/2026, às 17h33 Divulgação / AGU / Arquivo e Carlos Moura/SCO/STF/Arquivo Redação Bnews
A Polícia Federal (PF) tem levantado suspeitas que o advogado-geral da União, Jorge Messias, pode não ter recorrido de decisões do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, relator dos casos do INSS e do Banco Master, devido a uma “relação política”, com o magistrado.
É o que aponta o relatório de inteligência da Polícia Federal (PF) que embasa as acusações do ministro Alexandre de Moraes contra André Mendonça.
No documento é informado que a PF acionou a Advocacia-Geral da União (AGU) para tentar reverter a decisão de Mendonça de requerer os dados brutos das investigações, mas que o órgão teria resistido à estratégia.
Diante a informação, o relatório tem estuda quatro cenários, sendo o primeiro é de uma titulada “preservação de relação política” de Messias com Mendonça, apresentando uma “melhor explicação” sobre a recusa da AGU em apresentar o recurso.
As outras estão relacionadas a “convicção jurídica quanto ao não cabimento”; “cautela sistêmica quanto ao custo de litigar com ministro do STF”; e avaliação de que recurso poderia gerar a leitura de ação do governo para proteger Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, de investigações.
Após a suposta relação do ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, o ministro pediu a abertura de uma investigação contra Mendonça por abuso de autoridade.
O documento apócrifo não tem valor probatório, mas é um instrumento voltado a mapear cenários e indícios preliminares.
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