Política

Reconhecimento facial e tecnologia antidrone: Segurança de presidenciáveis em 2026 deve custar R$ 200 milhões à PF

Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF, destaca a necessidade de segurança em um cenário político polarizado e conturbado  |  Andressa Anholete / Agência Senado

Publicado em 02/03/2026, às 07h30   Andressa Anholete / Agência Senado   Yuri Pastori

A Polícia Federal (PF) pediu um reforço de R$ 200 milhões no Orçamento para expandir as operações de segurança de candidatos a presidente em 2026. A estratégia apresentada ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ao Planalto e à equipe econômica do governo prevê a compra de sistema antidrone e dispositivo de reconhecimento facial, além da mobilização de 458 agentes.

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Segundo apuração da Folha de S. Paulo, o órgão planeja 48 policiais para atuar na segurança dos candidatos mais expostos, e outros 24 para acompanhar presidenciáveis sob menor risco. A PF prevê que dez candidatos exigirão cobertura neste ano. O plano será redesenhado se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmar que disputará a reeleição.

Serão mobilizados 30 delegados da PF que atuarão como chefes ou substitutos das equipes que acompanharão os candidatos. Outros 60 agentes devem participar das ações de inteligência.

O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, justificou a necessidade de ampliar a segurança dos candidatos devido ao "conturbado momento pelo qual passamos". Segundo ele, o cenário internacional está marcado por guerras e disputas comerciais e o Brasil atravessa um período de "questionamentos sobre a legitimidade de atuação das instituições", sob ambiente político "extremamente polarizado".

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