Política
Publicado em 23/07/2026, às 15h34 Reprodução/Instagram @renansantosmbl e Bruno Peres/Agência Brasil Redação Bnews
O candidato à Presidência da República, Renan Santos (Missão), afirmou que o também pré-candidato ao Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro (PL), está cada vez mais “isolado” diante das polêmicas durante a pré-campanha.
Para Renan, além da resistência do Centrão, Flávio Bolsonaro estaria enfrentando um “abandono” de setores considerados estratégicos para uma campanha presidencial como o mercado financeiro, o agronegócio e lideranças religiosas.
“O agronegócio não está com o Flávio, o setor religioso não está com o Flávio e o mercado financeiro também não. O Flávio vai para a eleição sozinho. Ele e Daniel Vorcaro”, disse o candidato em entrevista ao Metrópoles nesta quinta-feira (23).
“Quem sobra são algumas poucas pessoas que foram ludibriadas por ele, especialmente idosos, e algumas pessoas que trabalham em atividades produtivas e têm muito medo da continuidade do PT. A campanha do Flávio é uma campanha do medo. Ele não propõe nada de útil e fica dizendo: ‘Olha, o Lula vai permanecer’. No fim das contas, ele é o nome perfeito para o Lula continuar no poder”, acrescentou.
Na noite de quarta-feira (22), veio à tona que Flávio Bolsonaro emitiu notas fiscais, no valor de R$ 500 mil cada, para uma empresa que recebeu repasses do Banco Master.
Nas redes sociais, Flávio afirmou ter prestado “serviços advocatícios” à empresa de forma “completamente legal e privada”.
"Fiz um trabalho para uma empresa. Fui contratado para isso e prestei serviços advocatícios. Relação completamente legal e privada. Em outra oportunidade, eu não aceitei trabalhar para essa empresa chamada Copenhagen, que supostamente foi usada por [Daniel] Vorcaro para fazer pagamentos a algumas pessoas. Não foi o meu caso. Estou tendo que explicar porque eu não recebi o dinheiro dessa empresa. Cancelei duas notas fiscais", explicou o senador.
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