Política
Publicado em 26/09/2026, às 18h47 Reprodução/Redes Sociais Eduardo Costa
A deputada federal e candidata à reeleição, Roberta Roma (PL), está bem e permanece internada na UTI Cardíaca do Hospital Cárdio Pulmonar, em Salvador. Ela passou por um cateterismo neste sábado (26). O exame não identificou lesões importantes nas artérias coronárias, e a equipe médica investiga a possibilidade de síndrome de Takotsubo, conhecida como “síndrome do coração partido”.
As informações foram divulgadas pela assessoria de Roberta.
A candidata passou mal durante uma agenda de campanha na cidade de Cruz das Almas, no Recôncavo Baiano, na manhã deste sábado. Roberta sentiu dor no peito, irradiada para o braço direito.
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Após os primeiros cuidados no interior do estado, foi transferida para Salvador para dar continuidade à avaliação. Na análise, foi identificado que a deputada sofreu um infarto.
De acordo com a assessoria, além do cateterismo, Roberta está sendo submetida a outros exames para esclarecer o quadro.
Roberta está estável, medicada, monitorizada e bem-humorada. A deputada segue sob os cuidados do clínico geral Silvestre Sobrinho e do cardiologista Adriano Martins, chefe da UTI, enquanto é concluída a investigação da dor torácica.
Roberta Roma é candidata à reeleição para a Câmara dos Deputados pelo PL. Ela é esposa de João Roma, presidente estadual da legenda e candidato ao Senado na chapa encabeçada por ACM Neto (União).
O que é a síndrome de Takotsubo?
A síndrome de Takotsubo, também conhecida como “síndrome do coração partido”, é uma alteração temporária do funcionamento do coração que pode surgir após situações de forte estresse emocional ou físico.
A condição pode provocar sintomas semelhantes aos de um infarto, como dor no peito, falta de ar e alterações nos batimentos cardíacos. Apesar de não ser, em geral, causada pelo entupimento das artérias do coração, a síndrome pode reduzir temporariamente a capacidade de bombeamento do órgão.
Na maioria dos casos, a função cardíaca é recuperada após algumas semanas com acompanhamento e tratamento médico. O diagnóstico, porém, precisa ser feito por profissionais de saúde, já que os sintomas podem ser semelhantes aos de um infarto ou de outros problemas cardíacos.
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