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Política

Saiba quais empresas operam no aeroporto de Miami onde Flávio Bolsonaro desembarcou

Flávio desembarcou no aeroporto de Opa-Locka, nos Estados Unidos, acompanhado da esposa e das filhas  |  Reprodução/CNN Brasil

Publicado em 28/10/2026, às 17h31 - Atualizado em 29/10/2026, às 00h00   Reprodução/CNN Brasil   Héber Araújo

O senador Flávio Bolsonaro (PL) desembarcou com a família no Aeroporto Executivo de Miami-Opa Locka, localizado na região metropolitana de Miami, no estado norte-americano da Flórida. O aeroporto recebe aeronaves particulares e funciona como alternativa ao Aeroporto Internacional de Miami.

O local conta com diferentes empresas que oferecem serviços de aviação executiva, incluindo a Signature Aviation, a Atlantic Aviation e a Fontainebleau. Recentemente, a brasileira JHSF Participações também passou a operar um terminal de aviação executiva no aeroporto, após adquirir a operação da Embassair por meio de um fundo gerido pela JHSF Capital.

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A aquisição ocorreu neste ano e foi confirmada em abril. A operação adquirida funciona 24 horas por dia como um terminal de aviação executiva, oferecendo serviços voltados à aviação privada.

“Essa aquisição reforça nossa estratégia de expansão internacional na aviação executiva e a vertical de renda recorrente da JHSF. Contribui também para a construção de uma plataforma integrada, com ativos relevantes no Brasil e no exterior”, afirmou o CEO da JHSF à revista Forbes.

O BNews entrou em contato com a JHSF, por meio da assessoria de comunicação da empresa, para esclarecer a relação da companhia com o aeroporto de Miami-Opa Locka. Em resposta, a representante informou que a JHSF opera um terminal de aviação executiva no local, conhecido como FBO (Fixed-Base Operator), ou Operador de Base Fixa.

Segundo a assessoria, a aeronave que transportava o senador não utilizou o terminal operado pela JHSF na última terça-feira (27), mas outro FBO localizado no aeroporto, entre as instalações operadas por diferentes empresas.

“A JHSF não é responsável pelo aeroporto de Opa-Locka de forma geral. O que a empresa tem lá é um FBO, e não foi no FBO que temos lá que a aeronave pousou. Não tivemos nenhuma interação com o terminal que a JHSF tem lá, nenhuma interação absolutamente”, ressaltou a representante da empresa.

Ainda de acordo com a assessoria, a empresa reiterou que a aeronave do senador não utilizou o terminal de aviação executiva operado pela JHSF.

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