Política

Seis metros quadrados, com móveis de concreto e sem TV: veja como é a cela de Vorcaro

Antes de ir para a cela, Vorcaro vai passar por um período de adaptação de 20 dias em uma cela de inclusão  |  Divulgação/Banco Master

Publicado em 07/03/2026, às 14h51   Divulgação/Banco Master   Rebeca Santos

O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi transferido na última sexta-feira (6) para a Penitenciária Federal de Brasília. Vorcaro ficará em uma cela pequena, de cerca de seis metros quadrados, com móveis feitos de concreto, sem televisão e sem tomadas elétricas.

Tudo segue o padrão dos presídios federais, que têm regras muito rígidas, vigilância o tempo todo e pouco contato com o exterior.

Siga o BNews no Google e receba as principais notícias no seu celular

Antes de ir para a cela, Vorcaro vai passar por um período de adaptação de 20 dias em uma cela de inclusão. Nesse tempo, os agentes explicam as regras do presídio, entregam um papel com os direitos e deveres do preso, além de uniforme, produtos de higiene e alguns materiais para leitura.

As celas são todas iguais: têm uma cama elevada (de concreto), uma bancada que serve de mesa, um banco preso na parede, e um cantinho para higiene com pia, vaso sanitário e chuveiro. 

Congresso Foco

Não há tomadas elétricas dentro da cela. A luz e o chuveiro são ligados e desligados de fora, pelos agentes, em horários fixos decididos pela administração.

A Penitenciária Federal de Brasília foi aberta em 2018 e faz parte do sistema de presídios federais de segurança máxima.

Divulgação

O lugar tem 208 celas individuais, divididas em quatro blocos, e ocupa uma área construída de aproximadamente 12 mil metros quadrados.

Classificação Indicativa: Livre


TagsBrasíliapresídiosegurançaleiturauniformeblocosbancadadireitosagentesmáximacelacelasbanheirohigienechuveirocamasdeveresBanco MasterDaniel Vorcaropenitenciária federal

Leia também


Flávio Bolsonaro registra B.O após receber ameaça de admirador de Adélio Bispo; saiba detalhes


Sede de empresas que colocaram R$ 3 milhões no bolso de Lulinha está vazia