Política
Publicado em 15/08/2025, às 07h37 Reprodução Rebeca Santos
A sessão da Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial (CDHMIR) da Câmara dos Deputados foi palco de uma discussão intensa entre os deputados Gilvan da Federal (PL/ES) e Erika Hilton (PSOL/SP), na última terça-feira (13).
O conflito começou quando Hilton propôs uma audiência pública sobre “Transmasculinidades e Saúde Mental”.
Gilvan fez comentários considerados transfóbicos, atacando sua identidade de gênero, aparência e estilo de vida.
Ele questionou a importância da audiência, sugerindo que a saúde mental de outros grupos, como policiais, professores e pedreiros, deveria ser prioridade.
Em tom irônico, criticou Hilton por usar “bolsa de 20 mil reais” e ter um maquiador em seu gabinete, enquanto defenderia o socialismo.
“Você não manda em mim, você manda no teu maquiador. Você tem que elevar o capitalismo”, disse ele, debochando. Gilvan ainda insinuou que Hilton estaria “apaixonada” por ele, afirmando: “O que a minha esposa tem, você não tem”.
Hilton reagiu com indignação, respondendo: “Que nojo! Que nojo! O senhor me respeite! Se coloque no seu lugar! O senhor é homem baixo, asqueroso, nojento”.
A deputada também foi alvo de críticas de Gilvan por supostamente apoiar a “destruição do capitalismo”.
“O que nós não defendemos é o socialismo, essa desgraça que bota as pessoas para passar fome. Agora, os defensores do socialismo, não. Andam de sapato de 10 mil reais, o maquiador o tempo todo, faz o cabelinho”
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