Política
Publicado em 20/08/2026, às 16h58 Reprodução/redes sociais Héber Araújo
A campanha eleitoral para as eleições de 2026 continua a todo vapor, com os candidatos organizando o tempo para as propagandas eleitorais gratuitas em TVs e rádios, que passarão a ser exibidas a partir da próxima semana. No entanto, esse tempo foi motivo de desavença entre os candidatos a senador João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos).
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Segundo critérios do Tribunal Superior Eleitoral (PL), o tempo de tela de cada partido é distribuído baseando-se na representatividade de cada partido, tendo em vista a quantidade de deputados eleitos para a Câmara de Deputados. Em 2022, o PL formou a maior bancada de parlamentares eleitos e, por isso, terá o maior tempo de tela.
Esse tempo dado ao partido de Roma acabou sendo questionado pelo advogado de Coronel durante a audiência da Comissão do Plano de Mídia do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia. Enquanto o representante do PL pediu que o tempo ficasse reservado exclusivamente a João Roma, o advogado de Coronel solicitou a divisão em partes absolutamente iguais.
Em contato com o BNews, o advogado e representante João Roma, André Requião, apontou que tudo não passou de uma disputa entre advogados e que os candidatos estão se resolvendo nos bastidores. Conforme o jurista, não há nenhum tipo de disputa interna ou rixa entre os candidatos ao Senado, alegando que tudo se resolverá “de forma republicana”.
“Houve uma divergência em relação a isso [tempo de tela], mas já estamos resolvendo em relação a isso sem nenhum atrito. Estamos resolvendo de forma republicana e democrática. O PL tem o maior tempo do Brasil de forma individual, na majoritária a senador o tempo do Republicanos pertence a Coronel e o tempo do PL pertence é de Roma e o restante é dividido entre os partidos”, disse Requião.
“A única divergência foi essa, que eles estavam achando que deveria somar tudo e dividir por dois. Ai a há um entendimento de que isso era uma questão de natureza interna corporis e cada partido vai decidir o tempo que vai ceder ou não. Então não há conflito, não há nada. O que houve foi uma discussão entre advogados, mas que vai ser superado entre Coronel e João. Não tem briga, não tem ameaça de rompimento”, completou o advogado.
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