Política
Publicado em 29/10/2026, às 13h11 Divulgação/White House Matheus Simoni
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta quinta-feira (29) que não tomou partido e nem interferiu nas eleições do Brasil após pedido do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele ainda declarou que irá conversar com o petista em breve, mesmo reclamando do que aconteceu no pleito. "Não quero comentar isso agora, mas achei que a eleição foi um grande constrangimento para o povo brasileiro", disse o presidente.
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"Acompanhei a eleição. Não tomei partido. Deixei as coisas seguirem seu curso. O presidente (Lula) — o atual presidente — me pediu para não tomar partido. E eu não tomei. Mas, ao observar o que aconteceu no Brasil... bem, basta olhar para o mercado. O mercado despencou. Enfim, achei que foi uma situação muito vergonhosa para o Brasil", afirmou Trump.
A postura de Trump contraria um movimento feito por ele em países da América Latina. Diferente do que fez no Brasil, o presidente americano endossou candidaturas como as de Abelardo de la Espriella (Colômbia), Javier Milei (Argentina), Rodrigo Paz (Bolívia), José Antonio Kast (Chile) e Daniel Noboa (Equador).
Trump ainda não reconheceu publicamente a vitória de Lula e também não comentou a carta golpista divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à presidência da República que se autoproclamou presidente do país.
Na quarta-feira (28), sem apresentar provas, o presidente americano afirmou que as eleições no Brasil foram "muito estranhas".
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