Política
Publicado em 08/07/2026, às 17h11 Divulgação/PL Daniel Serrano
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, tratou de minimizar a realização da operação da Polícia Federal (PF) contra o o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), nesta quarta-feira (8).
Na manhã desta quarta, Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar por tentativa de golpe de Estado, foi alvo de buscas autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Durante a ação, a PF procurou armas e acessórios após serem identificadas divergências entre os registros e as armas que haviam sido entregues pela defesa do ex-presidente.
Em entrevista à imprensa, o líder partidário discordou da avaliação do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), de que a operação seria “constrangedora”. Na avaliação de Valdemar, a operação é um “excesso de zelo” do
“Não acredito nisso. Pode ser. O Flávio foi lá para tentar fazer o melhor pelo país”, disse Valdemar.
“É um excesso de zelo, de preocupação, do ministro. É um direito que ele tem, e nós temos que ter paciência. Nós erramos lá atrás quando perdemos uma eleição ganha”, declarou.
O presidente do PL afirmou ainda que Bolsonaro “não faz nada errado” e tem cumprido todas as determinações impostas por Alexandre de Moraes.
“Bobagem. O Bolsonaro não faz nada errado. Nem a arma que pegaram com o funcionário dele… Ele tinha dado para o funcionário. Bolsonaro não faz nada fora da lei. Ele cumpre todas as determinações do Supremo, ele não sai fora da linha”, afirmou.
“Não te diria que é uma perseguição. Se eu falar isso, Marcelo Bessa, que é meu advogado, me mata. Ele fala: ‘Não arrume encrenca com o Supremo’. E é verdade. Temos que ter entendimento para tocar o país para frente”, acrescentou.
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