Saúde

Brasil registra primeira morte por câncer raro ligado a implantes de silicone

A paciente morreu dez meses após o diagnóstico do câncer raro  |  Reprodução Freepik

Publicado em 23/08/2025, às 05h30   Reprodução Freepik   Mariana Cedrim

A morte de uma mulher de 38 anos foi o primeiro caso de carcinoma espinocelular ligado ao uso de implantes de silicone nas mamas (BIA-SCC)

A paciente colocou próteses aos 20 anos e descobriu que tinha esse tipo de câncer extremamente raro após notar dor e aumento repentino da mama.

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A vítima da doença morreu cerca de 10 meses após o diagnóstico, mesmo com a realização da cirurgia para retirada do implante e da cápsula fibrosa ao redor do silicone.

O mastologista Idam de Oliveira Júnior, coordenador da pesquisa e do Departamento de Mastologia e Reconstrução Mamária do Hospital de Amor, explicou que embora o tumor apareça na região da mama, não se trata de câncer de mama.

O Hospital de Amor, em Barretos (SP), publicou um estudo em julho numa revista científica onde foram analisados os outros 16 registros semelhantes da doença no mundo.

Devido à raridade do câncer ainda não existe um padrão definido para diagnóstico, classificação da doença, tratamento cirúrgico ou acompanhamento da sobrevida dos pacientes.

Classificação Indicativa: Livre


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