Saúde

MPOX: Conheça os sintomas, tratamento e prevenção da doença viral que preocupa a OMS

Até o momento, foram detectados 38 casos de Mpox na Bahia desde o dia 1 de janeiro de 2024 até agora  |  Divulgação | Shutterstock

Publicado em 19/08/2024, às 16h00   Divulgação | Shutterstock   Mariana De Siervi

A Organização Mundial de Saúde (OMS) decretou estado de emergência na última quarta-feira (14) devido a Mpox, doença viral conhecida também como varíola dos macacos. Mas o que isso significa? Como é o seu contágio? Existe tratamento? 

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Em conversa para o Bnews, o infectologista Fábio Amorim explicou melhor o que significa esse decreto da OMS. “Coloca todos os órgãos de saúde em alerta para identificar diagnóstico e tratamento ágil a fim de manter controle e evitar disseminação da doença”. 

“A doença é transmitida através de contato com uma pessoa infectada que apresentem erupções cutâneas (alteração atípica na textura ou cor da pele)”, disse o médico, alertando também sobre os sintomas dessas erupções. “Juntamente com outros sintomas, a  erupção cutânea passará por vários estágios, incluindo crostas, antes da cicatrização.”

Até o momento, foram detectados 38 casos de Mpox na Bahia, desde o dia 1 de janeiro de 2024 até agora, de acordo com dados divulgados pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (SESAB). 

Reprodução// Site da SESAB

Dessas 38 pessoas infectadas, 34 são de Salvador e recentemente a vice -prefeita da cidade, Ana Paula Matos conversou com o BNews sobre o assunto e afirmou que a capital baiana vem tendo excelentes resultados no controle da Mpox. 

Questionado sobre o tratamento da doença, o infectologista afirma que: “O tratamento dos casos de Mpox tem se sustentado em medidas de suporte clínico com o objetivo de aliviar sintomas; prevenir e tratar complicações e evitar sequelas. A maioria dos casos apresenta sinais e sintomas leves e moderados”, afirmou Fábio Amorim que destacou que os casos mais graves, que podem vir a ser fatal são em pessoas com sistema imunológico severamente enfraquecido crianças menores de 1ano, pessoas com histórico de eczema e em grávidas. 

“A principal forma de proteção contra a Mpox é a prevenção. Assim, aconselha-se a evitar o contato direto com pessoas com suspeita ou confirmação da doença.”, destacou o médico. 

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