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Publicado em 22/06/2026, às 14h13 - Atualizado às 14h14 Reprodução/Redes sociais/Unsplash Antonio Dilson Neto
A American Airlines iniciou a ativação dos Sistemas de Barreiras Físicas Secundárias Instaladas (IPSB) em suas novas aeronaves comerciais. A medida cumpre uma determinação da Federal Aviation Administration (FAA), o órgão regulador da aviação nos Estados Unidos, que estabeleceu a obrigatoriedade do equipamento para modelos fabricados a partir de 2025.
O sistema funciona como uma barreira retrátil instalada entre a cabine de passageiros e a porta reforçada do cockpit. O objetivo é criar um bloqueio físico temporário sempre que os pilotos precisarem abrir a porta principal do comando durante o voo — seja para troca de turno, períodos de descanso ou uso do banheiro. Se houver uma tentativa de invasão, a barreira retarda a ação e dá tempo para que a tripulação tranque o cockpit novamente.
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Antes da padronização tecnológica do IPSB, as companhias aéreas dependiam de métodos improvisados para proteger a área técnica nesses momentos de vulnerabilidade, sendo o mais comum o uso de carrinhos de bebidas para bloquear o corredor.
Para iniciar a operação do novo dispositivo, a empresa treinou milhares de pilotos e comissários de bordo para unificar os procedimentos em voos domésticos e internacionais de longa distância.
A implantação dessa segunda barreira faz parte da evolução dos protocolos de segurança aérea norte-americanos desenhados após os atentados de 11 de setembro de 2001, época em que as portas blindadas se tornaram obrigatórias. O foco atual do setor é fechar brechas de segurança no momento exato em que essas portas precisam ser abertas.
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