BNews Agro
Vinte sete marcas de azeite de oliva tiveram seus lotes proibidos ou totalmente vetados de consumo pelo Ministério da Agricultura em 2024 até o momento. As informações são do G1.
Os produtos dessas marcas foram considerados impróprios por terem sido misturados com outros óleos vegetais, como o de soja, ou também por terem a sua origem de fabricação desconhecida.
Em outra operação, realizada em março deste ano, foram identificadas azeites produzidos e/ou comercializados em estabelecimentos clandestinos, com condições de higiene inadequadas, o que causa incerteza se esses produtos fazem mal à saúde do consumidor.
Além disso, a maioria dessas empresas estão com CNPJs suspensos ou baixados pela Receita Federal, "o que reforça a suspeita de fraude", diz o governo.
Confira a lista:
O Ministério da Agricultura divulgou até o momento, três listas neste ano com marcas de azeite impróprios ou falsificados.
Para algumas delas, o governo determinou o recolhimento de lotes específicos e, para outras, estabeleceu a retirada de todos os lotes do mercado.
Em setembro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda de duas marcas de azeite, Serrano e Cordilheira, devido ao fato de que os produtos das marcas foram importados e distribuídos por empresas sem CNPJ.
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