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BNews Agro: Juro para recuperar áreas degradadas cria divergências no governo sobre financiamento

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Estimativa é que os empréstimos ao agro cheguem a taxas de um dígito; saiba mais  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Freepik
Verônica Macedo

por Verônica Macedo

veronica.macedo@bnews.com.br

Publicado em 08/05/2025, às 10h46 - Atualizado às 11h12



O Ministério da Agricultura desejava que o teto para a taxa final de financiamento ao produtor brasileiro, na faixa entre 6,5% a 8% ao ano fosse determinado, gerando, consequentemente, uma disputa entre bancos nacionais por espaço no leilão do Ecoinvest. A ideia é que os juros se aproximassem da taxa da linha do RenovAgro do Plano Safra, que, no momento, está em  7%, mas a previsão é que aumente a partir de julho deste ano.

As informações constam da reportagem de o Globo Rural.  “Estamos animados porque tiramos o programa do papel, mas o juro ainda é uma incógnita. Entendíamos que taxas baixas eram uma condição necessária para tanta sustentabilidade que se exige, mas não sabemos como ficará”, disse ao Valor Carlos Ernesto Augustin, assessor especial do Ministério da Agricultura e presidente do Comitê Executivo do programa de conversão de áreas degradadas.

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Ainda segundo a matéria, “o Tesouro Nacional, gestor do Ecoinvest, aplicou outro método para eleger os vencedores do leilão para a linha de blended finance, que mistura recursos públicos e privados. A definição será de acordo com o nível de alavancagem (contrapartida de recursos próprios e de outras fontes para compor o saldo total a ser operacionalizado) e com a área em hectares que os bancos pretendem recuperar a partir dos financiamentos. Os juros serão livres, definidos pelas instituições vencedoras”.

Classificação Indicativa: Livre

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