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Dia do Agronegócio: Entenda como inovação educativa e cultura contribuem para mercado de trabalho no setor

Divulgação / Yabá
Em 25 de fevereiro é celebrado o Dia do Agronegócio, um dos setores mais importantes para economia brasileira  |   Bnews - Divulgação Divulgação / Yabá
Verônica Macedo

por Verônica Macedo

veronica.macedo@bnews.com.br

Publicado em 25/02/2025, às 10h05 - Atualizado às 10h07



No dia 25 de fevereiro é celebrado o Dia do Agronegócio, data que homenageia um dos setores mais importantes para a economia brasileira. De acordo com o estudo do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada - CEPEA/Esalq/USP e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a participação do agronegócio no PIB brasileiro foi de cerca de 21,8% em 2024.

Além disso, a Confederação avalia que o avanço do PIB pode chegar a 5% em 2025 e será impulsionado pelo aumento da produção primária agrícola, com destaque para os grãos, e pelo crescimento da indústria de insumos e da agroindústria exportadora. 

Nesse sentido,  companhias como a MGN Consultria, a Inside ESG e a Yabá Consultoria, empresas especializadas em ESG e projetos socioculturais, têm desempenhado um papel importante no apoio ao agro brasileiro. Elas têm desenvolvido projetos inovadores destinados aos jovens que integram cultura e educação para despertar o interesse na formação de jovens para o mercado de trabalho. 

Um dos desafios do agronegócio é a contratação de mão de obra especializada, principalmente de jovens. Nesse sentido, a Yabá Consultoria, por exemplo, tem se dedicado a transformar temas complexos do setor em projetos socioeducativos e culturais que apresentam e informam os desafios das empresas de forma lúdica e inspiradora, apresentando as oportunidades do mercado para este público. 

“Dialogar com os jovens é um desafio. Há uma dispersão por conta do excesso de informação e tecnologia e há também muita desinformação sobre o agronegócio. Para atrair mão de obra qualificada no futuro é fundamental dialogar de forma leve, abordando como o setor atua positivamente nos temas relativos à sustentabilidade, impactos ambientais e o que o setor precisa para crescer. Nesse sentido, exposições e iniciativas culturais e educacionais inovadoras criam um diálogo, uma ponte entre o público mais jovem e o setor”, explica Andrea Moreira, CEO da Yabá. 

Outra oportunidade que as empresas têm para dialogar com a sociedade de forma estruturada e correta é utilizando parte do Imposto de Renda para via Lei Federal de Incentivo à Cultura e apoiar projetos culturais que contribuam para experiências e disseminação de informação relevante de forma artística e lúdica. 

É o caso da exposição Tesouros da Terra: Sementes da Inovação, que ficará disponível até 20 de abril na Biblioteca São Paulo e depois seguirá para Brasília. Incentivada pela GDM Genética, a exposição apresenta à sociedade a evolução da agricultura do Brasil no Século XX, desde maquinários até a tecnologia no campo. “É uma exposição que reverencia a família do campo que contribuiu para o desenvolvimento do Brasil, mas também mostra de forma interativa como é o trabalho de melhoramento genético de plantas, disponibiliza ao visitante um simulador que possibilita ao visitante dirigir uma colheitadeira, a inteligência artificial é utilizada para apresentar as diferentes carreiras que cercam a biotecnologia”, informa a especialista. 

Ela acrescenta que o Tesouros da Terra é uma exposição disruptiva. “Apresenta a biotecnologia e o agronegócio de uma maneira inteligente, nós integramos cultura, ciência e inovação. Usamos de forma estratégica e eficaz o recurso público. Além disso, optamos por uma linguagem jovem inspiradora para as pessoas que vivem nos grandes centros urbanos”, informa Andrea Moreira, produtora executiva do projeto incentivado.

Incentivos Fiscais

As empresas que são tributadas via lucro real podem destinar parte do Imposto de Renda para realização de projetos culturais que contribuam para o pensamento crítico e vivências que integram educação, arte, cultura e desenvolvimento de novas competências. Outro exemplo, é o Projeto Inovarte que está sendo implantado em escolas técnicas na cidade de Campinas, São Paulo e Porto Nacional, no Tocantins. 

“Especificamente em Porto Nacional, o Inovarte está implantado em escola agrícola familiar com pedagogia da alternância, ou seja, os adolescentes moram na escola por uma semana e na semana seguinte vivem com suas famílias, há alunos que moram há 7 horas de distância da escola já na divisa do Pará”, explica Andrea. 

O projeto Inovarte aproxima os adolescentes dos desafios reais das empresas que atuam no setor, utilizando metodologias ágeis, robótica, elaboração de protótipos e projetos que possam além de capacitá-los também desenvolver atitude empreendedora e compreensão de como podem colaborar com o agronegócio. 

Utilizar de forma estratégica e correta as Leis de Incentivos Fiscais ajuda as empresas a beneficiar as comunidades que estão inseridas e contribuem para suas estratégias de Responsabilidade Social. “É importante ter processo estruturado e criterioso, selecionar ou desenvolver bons projetos com bons parceiros”, ressalta Andrea.

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