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Exportações de carne de frango crescem e alcançam 418,2 mil toneladas em abril

Reprodução/Agência Brasil

Dado é 5,7% superior ao registrado no mesmo período de 2021, quando foram exportadas 395,7 mil toneladas de carne de frango

Publicado em 13/05/2022, às 12h00    Reprodução/Agência Brasil    Redação BNews

As exportações brasileiras de carne de frango totalizaram 418,2 mil toneladas em abril, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O dado é 5,7% superior ao registrado no mesmo período de 2021, quando foram exportadas 395,7 mil toneladas.

Em receita, o resultado dos embarques do período totalizou US$ 821 milhões, número 34,6% maior que o desempenho alcançado em abril do ano passado, com US$ 610 milhões.

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No quadrimestre, de janeiro a abril, as vendas internacionais de carne de frango alcançaram 1,560 milhão de toneladas, número 9% maior que o registrado nos quatro primeiros meses de 2021, com 1,432 milhão de toneladas. Em receita, o resultado do período cresceu 32,4%, com US$ 2,872 bilhões, contra US$ 2,169 bilhões no ano passado.

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De acordo com a ABPA, os principais importadores dos produtos brasileiros no quadrimestre foram a China, com 197,1 mil toneladas (-3%), Emirados Árabes Unidos, com 164,4 mil toneladas (+80,4%), Japão, com 132,4 mil toneladas (+0,3%), África do Sul, com 119,8 mil toneladas (+14,3%), Arábia Saudita, com 87,2 mil toneladas (-45,4%), União Europeia, com 71,7 mil toneladas (+27,8%) e México, com 58,5 mil toneladas (+128,6%).

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, afirmou em nota que a retração nas compras chinesas de carne de frango foi compensada pelo aumento nas vendas para Oriente Médio, Ásia e Europa.

Houve um crescimento generalizado entre os grandes importadores do Oriente Médio, Ásia e Europa, que compensou leves retrações na China e impulsionaram o bom resultado alcançado em abril. Os impactos gerados pela Influenza Aviária em grandes produtores e exportadores favoreceram o Brasil no comércio global, já que o país nunca registrou focos da enfermidade. A forte elevação dos custos de produção e a alta dos preços dos alimentos em âmbito global também influenciaram o resultado cambial das exportações, minimizando as dificuldades enfrentadas pelo setor”.

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