Fotos: Edson Ruiz // Bocão News
O secretário de Cultura (Secult), Albino Rubim, ainda está se acostumando com a maratona que é exigida de um chefe de pasta durante o carnaval. Na sede do Ilê Aiyê, no Curuzu, Rubim estava empolgado, mas já dava sinais do cansaço. Questionado sobre as diferenças entre a vida acadêmica, que levou até assumir o mandato, e a de secretário, ele ponderou que há os prós e contras em cada atividade.
Sobre as dificuldades enfrentadas para organizar o carnaval com pouco tempo à frente da Secult, Rubim afirmou que muitas coisas já estavam em andamento e que isto facilitou. Contudo, o secretário criticou a falta de planejamento e dialogo entre prefeitura de Salvador e governo do estado.
“Nós tivemos altos e baixos durante as discussões para organizar as coisas, mas é preciso ter mais dialogo”, disse. O secretário, que o estado concentrou os investimentos em segurança e saúde. “Na cultura os recursos foram para o projeto Ouro Negro, que leva a maior parte, para o Carnaval do Pelô, que é todo pago por nós do estado, e pagamos também diversas atrações que se apresentam nos bairros, além disso ainda existe uma parte para as transmissões via Iderb/ TVE”, enumerou.
De acordo com Rubim, a prefeitura investe cerca da metade do que o estado – Wagner declarou R$ 53 milhões – e que ainda conta com os recursos que são pagos pelos patrocinadores.