BNews Folia
Publicado em 04/03/2025, às 19h34 Tiago Di Araújo e Cauan Borges
Para a escritora e jornalista Tia Má, não há dúvidas: o Carnaval de Salvador é o maior e melhor. Mas, além da festa, ela chama atenção para o pouco espaço dado aos blocos afros, que foram a base do Axé Music e seguem sendo um dos pilares da cultura baiana. Em entrevista ao BNews no Camarote Expresso 2222, realizada nesta terça-feira (4), ela destaca os principais pontos.
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"Eu adoro o Carnaval de Salvador, não aceito sair daqui, porque, para mim, nem tenho tempo de discutir qual o maior Carnaval do Brasil, porque o melhor para mim é este aqui, que eu estou vivendo, né? O Carnaval que faz parte da minha história", afirma Tia Má, que participa ativamente da folia na capital baiana.
Os blocos afros, como Ilê Aiyê, Olodum e Muzenza, foram fundamentais para a criação do Axé Music, mas ainda enfrentam desafios para ocupar um espaço de destaque na festa. Para Tia Má, a história do Axé não pode ser contada sem reconhecer essa influência.
"Eu amo os blocos afros, sou uma pessoa que vou todos os anos na saída do Ilê, faz parte do meu roteiro carnavalesco. Ainda que eu perceba que exista um avanço, eu percebo também que, muitas vezes, a gente tá falando dos 40 anos de Axé, mas esquece de falar que o Axé Music só existe porque bebeu na fonte dos blocos afros”, completa.
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