Cultura

Governo da Bahia propõe novos horários para blocos afro no Carnaval de Salvador; saiba mais

O secretário Bruno Monteiro comentou sobre a importância de melhores horários os blocos afros no carnaval - Reprodução/BNews
Secretário participou do lançamento do edital do programa Ouro Negro 2025 que aconteceu na manhã desta quarta-feira (02)  |   Bnews - Divulgação O secretário Bruno Monteiro comentou sobre a importância de melhores horários os blocos afros no carnaval - Reprodução/BNews

Publicado em 02/10/2024, às 13h00 - Atualizado às 13h10   Vagner ferreira/Daniel Serrano



O governo da Bahia lançou, na manhã desta quarta-feira (02), na sede da Secretaria de Cultura da Bahia, o edital do programa Ouro Negro 2025, que contará com R$ 15 milhões em investimentos para desfiles de blocos afro, afoxé, samba, reggae e blocos de índio nas festas populares da Bahia.

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Na ocasião, o secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, comentou a possibilidade de ajustar os horários de saída dos blocos afros no circuito do Carnaval, visando a preservação e valorização desses grupos.

Segundo o secretário, a mudança está em discussão com o Conselho Municipal do Carnaval e Outras Festas Populares (Comcar). “Precisamos respeitar a identidade e a vontade desses blocos, assim como a organização do Carnaval, mas, sobretudo, reforçar que a preservação e valorização dessas entidades culturais é responsabilidade de todos nós”, afirmou.

Bruno destacou que a Secretaria de Cultura tem se empenhado em buscar melhorias e promover um Carnaval mais democrático. “Desde o ano passado, o Governo do Estado tem participado de forma mais ativa nesses fóruns e reivindicado uma discussão democrática sobre os rumos do nosso Carnaval”, completou.

Além dos horários das atrações, a coletiva também abordou outros temas relacionados ao Carnaval de Salvador, como mudanças no circuito. O secretário ressaltou que tem incentivado diálogos entre diferentes setores envolvidos na festa para trazer melhorias. Após essas discussões, são feitas avaliações para identificar o que pode ser alterado.

“Da nossa parte, a disposição é total para o diálogo e para uma construção coletiva. O Governo do Estado entende sua responsabilidade com o Carnaval. O que é nossa obrigação, nós cumprimos. Muitas coisas são responsabilidade da prefeitura, mas queremos fazer de forma dialogada com todos os setores, desde donos de camarotes até os cordeiros, vendedores ambulantes e todos que fazem esse Carnaval acontecer. Queremos que ele, de fato, seja para o povo, inclusivo e democrático”, finalizou.

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