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Defesa do tutor de Joca aciona Procuradoria-Geral para reabertura de inquérito; entenda

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Defesa do tutor de Joca, cão da raça golden retriever de cinco anos que faleceu em voo, tomou nova medida  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes sociais @jocagoldenr.oficial
Natane Ramos

por Natane Ramos

Publicado em 16/11/2024, às 09h30



A defesa de João Fantazzini, tutor do cachorro da raça golden retriver chamado Joca, reabriu um inquérito na Procuradoria-Geral de Justiça de São Paulo para apurar as causas da morte do animal, após revelar falha na investigação. O animal tinha cinco anos quando faleceu em abril enquanto era transportando em um voo da companhia Gol.

De acordo com um documento que o portal Estadão teve acesso, a defesa do tutor alega que o arquivamento do caso ocorreu sem que algumas diligências essenciais "como a análise das imagens de câmeras de segurança, fotos apresentadas pelo funcionário responsável da retirada do animal no momento da chegada da aeronave no aeroporto de Fortaleza, onde restou provado que a caixa de transporte não seguiu qualquer protocolo de segurança" fossem realizadas.

A ação afirma que "tais elementos são fundamentais para averiguar se houve crime de maus-tratos, e sua ausência impede uma conclusão justa e embasada dos fatos." Além de pontuar que a caixa em que Joca estava teria sido derrubada no solo no momento do desembarque em São Paulo.

Joca foi transportado em um voo partindo de Guarulhos (SP) para Sinop (MT) junto com o seu tutor, João Fantazzini. No entanto, um erro da empresa Gollog, da Gol, durante o embarque, acabou levando o animal para outro destino, separando-o do seu tutor, e ocasionado uma viagem mais longa que acabou levando o pet à morte.

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