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Publicado em 15/08/2024, às 11h31 Redação
Um gato chamado Thor, que há cerca de sete anos conquistou o coração de uma família em São Vicente, interior de São Paulo, acabou se tornando um desafio inesperado. O adorável felino, que foi adotado com muito carinho, começou a atacar sua tutora, Luciana Nascimento, de 49 anos, e suas duas filhas, de 22 e 16 anos. Na noite do ataque do gatinho, a família se viu forçada a se trancar em casa para se proteger.
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A veterinária que atendeu Thor, Alessandra Gonçalves, explicou que o comportamento agressivo do gato pode ser um reflexo de dor e estresse. Ela também levantou a suspeita de Cistite Intersticial Felina, conhecida como Síndrome de Pandora, uma inflamação crônica da bexiga causada por fatores estressantes.
O tratamento deve durar entre seis meses e um ano, e Luciana mantém a esperança de que o gato possa melhorar. Em entrevista ao G1, a tutora mencionou que a veterinária, ao entrar no local onde Thor estava, fez questão de mostrar carinho pelo felino.
Luciana está confiante de que "tudo ficará bem" em breve, mas expressou preocupação com os custos do tratamento. "Agora serão necessários uma série de exames, medicações e tudo o que for preciso para ele ficar bem e para que nós também fiquemos", afirmou.
ATAQUES REPENTINOS
A filha mais nova queria muito o gato Thor e insistiu para que ele fosse adotado em 2017. No entanto, o pequeno felino já mostrava sinais de agressividade; o primeiro ataque ocorreu durante a Copa do Mundo de 2018. A família acreditou que o comportamento de Thor foi desencadeado pelo barulho e pela quantidade de pessoas na casa.
Segundo informações apuradas pelo G1, outros três ataques ocorreram quando faxineiras e Luciana usavam cloro para limpar a casa. Apesar de Luciana ter parado de usar o produto, os ataques subsequentes tornaram-se repentinos e sem explicação.
Não há um número exato de ataques, pois Thor frequentemente mordia ou agarrava as pernas das pessoas e fugia logo em seguida. O último ataque a Luciana foi o mais grave, mas ele já havia sido agressivo de maneira semelhante pelo menos outras 10 vezes.
Luciana e suas filhas tentaram diversas abordagens para acalmar Thor, inclusive adotando uma fêmea, por recomendação de um especialista. No entanto, Thor passou a agredir Nina, levando à necessidade de separá-los para garantir o bem-estar de ambos.
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