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Publicado em 25/06/2025, às 15h06 Gabriel Santana
Os gatos reagem de modo diferente aos odores dos seus tutores em comparação a estranhos. Pelo menos é o que informa o jornal americano "The New York Times", que se baseou em um estudo divulgado por uma revista científica.
Segundo a publicação, o universo dos gatos utilizados nessas análises foi de 30 e, além disso, contou com a presença de seus tutores. Os donos coletaram os seus próprios odores do corpo ao utilizar uma haste de algodão (cotonete) na parte traseira de suas orelhas, entre os dedos dos pés e na região das axilas. O estudo adicionou mais oito pessoas que não têm gatos de estimação e nem conheciam nenhum desses tutores para serem utilizadas na análise como uma espécie de "doadores de odor".
A cada gato foi apresentado um coletivo de tubos de ensaio que tinham os cotonetes com os odores dos donos, os de um estranho e um outro com a função de controle. Além disso, foi adicionada um câmera para que fosse possível captar as reações dos gatos a esses materiais contidos nos tubos de ensaio.
No processo, os felinos gastaram mais tempo sentindo o odor dos estranhos do que propriamente de seus donos. Segundo as análises do estudo, isso indica que os animais podiam reconhecer os cheiros dos seus donos mais rapidamente e gastariam mais para a percepção dos que ainda não tinham sentido os cheiros.
As conclusões desses estudos corroboram com um anterior que analisou outros pets, incluindo os cães, que são animais capazes de utilizar as suas narinas para perceber e descobrir cheiros ainda não descobertos. Além disso, as análises pediram cuidado na leitura desses dados com a relação do funcionamento cerebral dos gatos sobre a ligação mais íntima com os humanos, ressaltando que é necessário realizar outros estudos mais especializados para chegar nesse veredito.
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