Cidades

Contas de água e esgoto ficarão mais caras na Bahia a partir de julho; novos valores de tarifas são divulgados

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Embasa justifica o aumento como necessário para cobrir custos e manter a sustentabilidade financeira dos serviços de água  |   Bnews - Divulgação Divulgação/Embasa
Henrique Brinco

por Henrique Brinco

henrique.brinco@bnews.com.br

Publicado em 21/06/2026, às 08h40



A conta de água vai ficar um pouco mais cara para os baianos a partir de 20 de julho. A Embasa vai aplicar um reajuste de 3,57%. A decisão foi publicada neste sábado (20), no Diário Oficial, pela Agência Reguladora de Saneamento Básico da Bahia (Agersa).

Na prática, quem é beneficiado pela tarifa social passará a pagar R$ 16,28 pelo consumo mínimo de seis metros cúbicos. Hoje, esse valor é de R$ 15,72. A diferença será de R$ 0,56 por mês.

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Já para os moradores enquadrados na categoria residencial comum, a taxa mínima sobe de R$ 43,23 para R$ 44,77.

A Embasa alega que o reajuste ficou abaixo da inflação registrada nos últimos 12 meses, calculada em 4,13%. Segundo a empresa, a atualização leva em conta despesas ao longo do último.

Leia a íntegra do comunicado da Embasa:

"O reajuste tarifário de água e esgoto se manteve, mais um ano, abaixo da inflação registrada nos últimos 12 meses. A Agência Reguladora de Saneamento Básico do Estado da Bahia (Agersa) aprovou o reajuste de 3,57%, que será aplicado nas contas de água da Embasa a partir de 20 de julho. O inflação do período é de 4,13%. A decisão foi divulgada no Diário Oficial do Estado deste sábado (20).

O reajuste é um procedimento anual previsto pela legislação de saneamento (Lei Federal 11445/2007; norma de referência da ANA e Resolução Agersa) visando recompor as perdas financeiras com a inflação de custos reajustados de energia elétrica, equipamentos eletromecânicos, materiais hidraúlicos e produtos químicos utilizados na prestação dos serviços de água e esgotamento sanitário.

O reajuste aprovado pela Agersa será aplicado de forma linear nas categorias e faixas na tabela de serviços. A Embasa mantém a tarifa residencial social como uma das mais acessíveis do país. Na prática, nessa categoria, a tarifa mínima, equivalente ao consumo de 6 metros cúbicos, terá um aumento de apenas R$ 0,56, saindo de R$ 15,72 para R$ 16,28. No caso da categoria residencial normal, o reajuste será de R$ 1,54, saindo de R$ 43,23 para R$ 44,77.

O reajuste anual das tarifas é também garantia da legislação para que as concessionárias de água e esgoto de todo o País se mantenham economicamente sustentáveis para avançar na Política Nacional de Saneamento Básico, permitindo maior aporte de recursos na modernização tecnológica das estruturas e redes, em ações de segurança hídrica e no maior acesso da população aos sistemas de água e esgotamento sanitário.

A Embasa está investindo, entre recursos próprios e captados com agentes financeiros, cerca de R$ 2,5 bilhões em obras em andamento para alcançar a cobertura destes serviços acima de 90% até 2033, em cumprimento ao Marco Legal do Saneamento."

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Tags Embasa agersa

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