Cidades

Píer de Morro de São Paulo será parcialmente interditado; fissuras e rachaduras são identificadas

Divulgação
Píer do atracadouro de Morro de São Paulo será interditado por até 30 dias para obras de recuperação estrutural recomendadas pelo Governo da Bahia  |   Bnews - Divulgação Divulgação
Henrique Brinco

por Henrique Brinco

henrique.brinco@bnews.com.br

Publicado em 05/03/2026, às 21h14 - Atualizado às 21h18



A Prefeitura de Cairu divulgou nota, na noite desta quinta-feira (5), informando que que o píer do atracadouro de Morro de São Paulo passará por interdição parcial por até 30 dias para a realização de obras de recuperação estrutural conduzidas pelo Governo da Bahia. A medida foi recomendada após avaliação técnica que identificou rachaduras e fissuras na área em balanço da estrutura durante a execução dos serviços.

De acordo com a gestão municipal, o atracadouro é de responsabilidade do governo estadual e administrado pela Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia (Agerba). A obra atualmente em andamento é executada pela empresa Tecnocret Engenharia Ltda., dentro de um contrato da Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra) para a recuperação estrutural dos atracadouros de Morro de São Paulo e da Gamboa.

A prefeitura declarou que foi formalmente comunicada sobre a necessidade de interdição parcial do píer nesta quinta-feira (5), após a apresentação do parecer técnico da empresa responsável pela obra e da equipe de engenharia do Estado.

Área que será interditada. (Foto: Divulgação)

Com base nessa avaliação, foi solicitada a interdição parcial do píer fixo do atracadouro a partir desta sexta-feira (6), pelo prazo estimado de até 30 dias, período considerado necessário para a conclusão das intervenções estruturais.

Durante a execução dos serviços, o embarque e desembarque de passageiros e cargas será realizado por estruturas auxiliares e pelo atracadouro flutuante. A operação contará com a organização das equipes de transporte, apoio da empresa Dátoli, da Associação de Carregadores de Morro de São Paulo e suporte da Polícia Militar para a organização do fluxo no local.

Na nota, a Prefeitura de Cairu ressaltou que não possui gestão ou responsabilidade direta sobre o atracadouro, atribuição do Governo do Estado da Bahia, mas afirmou que acompanha a situação e colabora institucionalmente para reduzir os impactos na mobilidade de moradores, trabalhadores e visitantes.

Classificação Indicativa: Livre

Facebook Twitter WhatsApp Google News Bnews


Cadastre-se na Newsletter do Bnews (Beta)