Cidades

Taxa de quê? Preço alto cobrado em barracas de praia de Salvador deixa banhistas indignados

Paulo Azevedo / Arquivo / BNEWS
A polêmica dos preços nas barracas de praia se espalha por Salvador, com relatos de cobranças excessivas em várias regiões  |   Bnews - Divulgação Paulo Azevedo / Arquivo / BNEWS
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 11/12/2025, às 09h12 - Atualizado às 09h30



O preço cobrado por barracas de praia em Salvador voltou a ser alvo de críticas com a proximidade do verão. Em um dos pontos turísticos mais conhecidos da capital baiana, a praia de Itapuã, imortalizada por Vinicius de Moraes e Dorival Caymmi, frequentadores relatam cobranças que chegam a ultrapassar R$ 70 apenas pelo uso de sombreiro e cadeiras. O valor, segundo clientes, inclui uma taxa de serviço considerada abusiva.

A atriz baiana Bruna Seli compartilhou nas redes sociais que viveu uma situação semelhante. “R$ 70 para sentar numa barraca?”, disse no vídeo. Segundo a artista, o atendente informou que o valor inicial era de R$ 20, mas na hora de pagar apareceu uma taxa de serviço de R$ 50, além de uma água de coco por R$ 5. “Amigo, você me entregou a desgraça de um coco... E é R$ 50 a taxa de serviço de quê?”, reclamou.

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Nos comentários, moradores e frequentadores confirmaram que a prática tem sido comum. Um internauta disse que “todo lugar lá em Itapuã eles querem cobrar 70 conto na barraca”. Outro relatou que já discutiu com atendentes porque duas águas de coco não foram consideradas consumo. Há quem afirme que em algumas barracas da região a taxa do garçom chega a R$ 30.

A polêmica não ficou restrita a Itapuã. Usuários citaram preços altos em outras praias de Salvador e da Região Metropolitana. “Na Ribeira, na Penha, agora é R$ 140”, escreveu um. Outro comentou que na Praia da Paciência, no Rio Vermelho, pagou R$ 50 pela cadeira e mais R$ 5 pela adicional. A cobrança, segundo frequentadores, varia de acordo com o ponto, mas a insatisfação é geral: “Tá barril”, resumiu um deles.

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