Publicado em 15/05/2014, às 18h31 Raquel Pimentel (Twitter: @raquel_pimentel)
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Empunhando cartazes escritos “Copa pra quem?” e cruzes representando os operários que morreram nas contruções dos estádios, os pouco mais de 20 manifestantes que estiveram no Campo Grande no movimento agitado pelas redes sociais, que tem como objetivo chamar atenção do valor exorbitante gasto nos estádios para a realização da Copa do Mundo no Brasil, não fizeram barulho.
Por conta da forte chuva, o movimento teve pouca partipação em Salvador – ao contrário das manifestações de junho de 2013 – e foi marcado pela participação sindical com bandeiras da Central Sindical e Popular (CSP), além de políticos, como o pré-candidato ao governop do estado Marcus Mendes (PSOL) que esteve presente no Campo Grande.
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Populares em todo o país que não são a favor da realização dos jogos no Brasil e que questionam valores gastos em mobilidade urbana e estadios incompletos, marcaram para hoje manifestações em várias cidades. No Rio de Janeiro e São Paulo, por exemplo, o movimento foi marcado por intensa participação popular.
As vésperas do início dos jogos, apenas 41% das obras foram concluídas no Brasil. De acordo com balanço feito pelo jornal Folha de S.Paulo, de 167 intervenções anunciadas, 68 estão prontas, e outras 88 (53%) ainda estão incompletas ou ficarão para depois da competição. Onze obras foram abandonadas e não sairão do papel.
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