Coronavírus

Toque de Recolher: Cinco pessoas são conduzidas à delegacia em Salvador nas primeiras horas

Dinaldo Silva / BNews

Os flagrantes por desobediência ao decreto estadual ocorreram no Complexo do Nordeste de Amaralina, onde quatro pessoas foram conduzidas

Publicado em 20/02/2021, às 07h28    Dinaldo Silva / BNews    Redação News

Até a 0h de sábado (20), cinco pessoas foram conduzidas à delegacia, em Salvador, por descumprimento do toque de recolher. Nos bairros de Itapuã, Rio Vermelho e Barra, onde se concentra grande número de bares, nenhuma anormalidade foi registrada.

Os flagrantes por desobediência ao decreto estadual ocorreram no Complexo do Nordeste de Amaralina, onde quatro pessoas foram conduzidas e, no bairro de Paripe, no Subúrbio Ferroviário, onde um homem foi detido, após ser flagrado com som automotivo. O equipamento também foi apresentado na delegacia.

O balanço final da primeira madrugada com toque de recolher, na Bahia, será divulgado às 10h deste sábado.

Rondas

 No primeiro dia de vigência do toque de recolher em 343 cidades baianas, equipes da Polícia Militar da Bahia, acompanhadas de fiscais das prefeituras, fizeram rondas, em busca de flagrantes de desrespeito ao decreto estadual, que estabelece o toque de recolher por sete dias, das 22h às 5h.

Segundo o coordenador dos trabalhos em Salvador, tenente Roberto Santana, “as equipes da Polícia Militar estão empenhadas na melhor execução do serviço, que é reduzir a pandemia. Quem ultrapassar o horário das 22h vai ser punido pelos órgãos fiscalizadores e responder na medida da lei. Nossa ronda pode aparecer em qualquer lugar onde haja bares, restaurantes, movimento à noite. Nós estamos enfatizando lugares como Rio Vermelho, Suburbana, Cajazeiras, Imbuí, entre outros”. 

O tenente Roberto Santana informa que a população pode contribuir com a fiscalização. Na capital, basta ligar par o 190 ou para o número 3235-0000 e, no interior do estado, por meio do 181. No caso de flagrante de estabelecimentos funcionado após às 22h, os comerciantes podem ter seus estabelecimentos interditados e o alvará de funcionamento cassado. 

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