Coronavírus

Governo federal estuda cancelar contrato com a intermediária da Covaxin

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As informações foram publicadas pela CNN Brasil

Publicado em 23/06/2021, às 20h16    Divulgação    Redação BNews

O governo federal debate cancelar o contrato realizado com a Precisa Medicamentos, representante no Brasil da Bharat Biotec, empresa responsável pela Covaxin, em razão do avanço das investigações envolvendo a transação. As informações são da CNN Brasil. 

De acordo com a emissora, um dos caminhos é o de cancelar o empenho que foi feito para a Precisa Medicamentos no valor de R$ 1,6 bilhão no dia 22 de fevereiro. A segunda opção é não assinar o termo de compromisso com a Anvisa com as 21 condicionantes que a agência colocou para que a importação possa ser feita. 

Informação obtidas pela CNN dão conta de que quem assina isso é o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que está com receio de fazê-lo tendo em vista o avanço das investigações do contrato.  

Um terceiro caminho é argumentar que como a vacina não foi entregue, houve descumprimento do contrato. 

O contrato é alvo da CPI da Pandemia, já que o imunizante é o mais caro e o que mais rápido foi fechada pelo governo brasileiro pelo valor de R$ 1,6 bilhão para a oferta de 20 milhões de doses. As vacinas nunca foram entregues e os recursos não foram pagos.

Procurada pela CNN, a Precisa Medicamentos disse que não pode se pronunciar sobre o assunto, porque não houve qualquer consulta ou notificação sobre o tema.

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