Coronavírus

Reino Unido irá retirar obrigatoriedade de máscaras e fim do passaporte sanitário

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Publicado em 19/01/2022, às 13h48    Reprodução/Twitter    Redação

As pessoas na Inglaterra não serão mais obrigadas a usar máscaras e não precisarão apresentar passaporte sanitário. A declaração foi do primeiro-ministro Boris Johnson nesta quarta-feira (19), que afirmou, ainda, que as pessoas não vão mais precisar trabalhar de casa a partir da próxima semana. Ele acrescentou que os cientistas acreditam que a onda de coronavírus da variante Ômicron atingiu o pico nacional.

Segundo a CNN, Johnson afirmou que, embora as pessoas ainda sejam obrigadas a se isolar em caso de contaminação, ele quer eventualmente remover a exigência antes de março.

Johnson disse que as medidas foram possíveis devido à campanha de vacinação. Segundo Boris, 90% das internações que ocorreram no período foram de pessoas não vacinadas.

Pronunciamento de Boris Johnson no Parlamento

A partir do início da quinta-feira da próxima semana (27), a certificação obrigatória de vacinação terminará.

É claro que as organizações podem optar por exigir passaporte da NHS voluntariamente, mas encerraremos o uso obrigatório da certificação do status de vacinação contra a Covid na Inglaterra.

A partir de agora, o governo não está mais pedindo às pessoas que trabalhem em casa e as pessoas devem falar com seus empregadores sobre os arranjos para retornar ao escritório.

E, analisando os dados cuidadosamente, o Gabinete concluiu que, uma vez que os regulamentos caduquem, o governo não exigirá mais o uso de máscaras faciais em nenhum lugar.

Senhor Presidente, a partir de amanhã, não exigiremos mais máscaras nas salas de aula, e o Departamento de Educação removerá em breve as orientações nacionais sobre seu uso em áreas comuns.

No país em geral, continuaremos a sugerir o uso de coberturas faciais em locais fechados ou lotados, principalmente onde você entra em contato com pessoas que normalmente não conhece.

Mas vamos confiar no julgamento do povo britânico e não criminalizar mais quem optar por não usar um.

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