Justiça

PGR pede pena de prisão para líder da bancada evangélica

Divulgação/Câmara dos Deputados
Silas Câmara é acusado de empregar funcionários fantasmas e pegar parte ou todo o salário  |   Bnews - Divulgação Divulgação/Câmara dos Deputados

Publicado em 10/04/2019, às 08h10   Redação BNews



A Procuradoria Geral da República (PGR) apresentou nesta terça-feira (9), segundo o Antagonista, ao Supremo Tribunal Federal (STF)  sua última manifestação no processo no qual o deputado Silas Câmara (PRB-AM), recém-eleito presidente da bancada evangélica na Câmara Federal, é acusado de empregar funcionários fantasmas e pegar parte ou todo o salário.

“Na prática, o Deputado Federal Silas Câmara recebeu reiterados depósitos em espécie, que totalizaram a quantia de R$ 144.948,93 (cento e quarenta e quatro mil, novecentos e quarenta e oito reais e noventa e três centavo), entre janeiro de 2000 a dezembro de 2011, com semelhança de valores sacados pelos assessores e recebidos pelo parlamentar e proximidade entre as datas de saque e depósito nas contas correntes do congressista”, dizem as alegações finais.  

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