Justiça

Advogada tem novo recurso negado após matar sogro e a mãe dele envenenados; entenda o caso

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Advogada acusada de matar sogro e a mãe dele está presa desde o dia 20 de dezembro de 2024 em Goiânia  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes Sociais


Às vésperas de completar um ano presa, a advogada Amanda Partata, de 32 anos, ré por matar o ex-sogro e a mãe dele envenenados, em Goiânia, teve um novo recurso negado pelo Tribunal de Justiça (TJ) na última segunda-feira (16). 

Segundo o portal Jornal Opção, a defesa da denunciada havia entrado com uma apelação criminal interposta em face da decisão do órgão, que indeferiu o pedido de nova perícia de insanidade mental e homologou o laudo realizado pela Junta Médica Oficial do TJ que, por sua vez, constatou que Amanda tinha plena consciência do crime.

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O documento assinado pelo vice-presidente do TJ, desembargador Amaral Wilson  de Oliveira, manteve a decisão do também desembargador Wild Afonso Ogawa, da 5ª Turma Julgadora da 4ª Câmara Criminal. Caso o novo exame pedido pela defesa comprovasse que Amanda possui problemas psicológicos, ela poderia ter a pena amenizada ou até mesmo ficar impune. 

O laudo do exame de insanidade mental, concluído em abril deste ano, apontou que a advogada planejou, organizadamente, e executou as mortes do ex-sogro Leonardo Pereira Alves, de 56 anos, e da mãe dele, Luzia Tereza Alves, de 86 anos. O documento constatou que a acusada tomou todos os cuidados necessários para que o crime não fosse descoberto e era “plenamente capaz” de determinar seus atos.

Amanda Partata é acusada de duplo homicídio qualificado e dupla tentativa de homicídio contra a família do ex-namorado após oferecer alimentos envenenados às vítimas, em Goiânia. O exame foi feito após um pedido da defesa de Amanda, ao qual a Justiça aceitou no início do mês de abril. 

O exame foi feito pela junta médica do Tribunal de Justiça de Goiás. Os médicos entrevistaram Amanda Partata e ouviram a mãe dela, para entender como era o comportamento dela desde a infância. Segundo o documento, a conclusão é que, a partir do ponto de vista psiquiátrico forense, a advogada não apresenta qualquer limitação cognitiva, retardo mental, além de também não ter sido identificada qualquer evidência de doença mental.

Amanda está presa desde o dia 20 de dezembro de 2024 na Casa do Albergado, em Goiânia. A mulher aguarda júri popular, que devee ocorrr no dia 7 de janeiro de 2025. O Jornal Opção tenta contato com a defesa da advogada.

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