Justiça
O procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, marcou presença no julgamento histórico realizado nesta terça-feira (15), no Supremo Tribunal Federal (STF), que vai julgar a relação a conduta de Alexandre de Mores na relação com o Banco Master em meio à maior crise do Judiciário de todos os tempos.
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Tido como dúvida por também ter sido flagrado nas mensagens, o chefe do Ministério Público Federal (MPF) foi confirmado na sessão na abertura, através de ata lida pelo presidente da Casa, Edson Fachin.
Gonet se manifestou pela anulação e arquivamento do relatório policial que colocou Moraes sob foco do julgamento. Ele argumentou que a apuração foi instaurada com falhas por parte do ministro André Mendonça, por determinação direta do dele e sem a provocação do titular da ação penal, o MPF.
Após a revelação de mensagens, a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) pediu, em uma nota divulgada no último dia 5 de setembro, que o procurador-geral se declare impedido na apuração de possível interferência em um relatório.
"A ADPF requer que o Procurador-Geral da República se declare impedido e se abstenha de praticar atos, seja como fiscal da lei, seja como titular do controle externo, nos procedimentos relacionados aos fatos em que é citado; que o procedimento instaurado seja arquivado por ser via inadequada ao questionamento de ato do STF; e que os fatos que vieram à tona pela operação Compliance Zero sejam apurados em toda a sua extensão, sem seletividade quanto às autoridades envolvidas", diz a nota.
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