Justiça
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, negou que irá se aposentar do posto. A declaração se dá depois de uma saída antecipada passar a ser ventilada nas últimas semanas. Barroso encerra o mandato de dois anos à frente da Corte em setembro.
“Não tô me aposentando não, estou feliz com a minha vida”, disse o ministro ao ser questionado por jornalistas depois do lançamento de um projeto para jovens do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em Cuiabá (MT).
Barroso assumiu a presidência no final de 2023 e liderou a corte em meio ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por golpe de Estado, dos ataques do 8 de Janeiro e da responsabilização das big techs por publicação de usuários. Barroso tem 67 anos e pode ficar na Corte até os 75.
O presidente passou a mostrar insatisfação a interlocutores depois dele e outros magistrados serem sancionados pelo governo dos Estados Unidos.
Expectativa
Uma possível saída de Barroso do Supremo levou integrantes do governo Lula (PT) a se movimentarem para decidir sobre uma terceira indicação do petista neste mandato.
Os nomes cotados para ocupar a cadeira de Barroso remontam à época da saída da ministra aposentada Rosa Weber, em 2023, quando o então ministro da Justiça, Flávio Dino; o advogado-geral da União, Jorge Messias; e o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas eram os mais cotados para o cargo.
Com a indicação de Dino para a vaga da ministra, Messias e Dantas voltaram a ser citados para uma eventual vaga, mas o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), o ministro Vita do Rêgo, também foi cotado.
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