Justiça

“Demonstração de que a Justiça não está apenas na capital”, diz reitor da Uesc sobre iniciativa do TJ-BA

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Alessandro Fernandes de Santana falou sobre o papel da universidade no acesso à justiça  |   Bnews - Divulgação Rodrigo Braga / BNews
Claudia Cardozo de Itabuna e Anderson Ramos

por Claudia Cardozo de Itabuna e Anderson Ramos

claudia.cardozo@bnews.com.br

Publicado em 24/07/2026, às 13h10 - Atualizado às 13h10



O reitor da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Alessandro Fernandes de Santana, elogiou o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) pelo projeto "Justiça em Território – Presença que Transforma". A iniciativa transferiu provisoriamente parte da sede do Judiciário para a região sul do estado (Ilhéus e Itabuna) e levou diversos serviços para a população dos dois municípios.

Em discurso nesta sexta-feira (24), durante cerimônia de encerramento do projeto, Alessandro falou sobre a importância do projeto para os moradores da região.

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Ao sediarmos uma sessão do Tribunal de Justiça no interior da Bahia aqui em Ilhéus, o Tribunal dá uma prova inequívoca de que a justiça está presente. Ao completar 417 anos de história, esta presença aqui hoje é uma demonstração de que a Justiça está presente não apenas na capital, mas nos 417 municípios do estado da Bahia, levando para mais de 15 milhões de baianas e baianos aquilo que eles esperam da justiça. Justiça, simplesmente justiça”, afirmou.


Na ocasião, o reitor da Uesc falou sobre o papel da universidade no acesso à justiça. “A nossa universidade hoje aqui ao fazer uma colaboração com o Tribunal de Justiça da Bahia, assume uma responsabilidade maior ainda com o destino da população do Sul da Bahia. A democracia, essa invenção dos gregos, ela modificou-se também ao longo do tempo. A democracia hoje não significa mais apenas o direito ao voto. A democracia não significa apenas o sufrágio. A democracia hoje tem que ser garantidora de direitos para as pessoas. E a democracia não sobrevive sem instituições fortes e o judiciário é uma dessas instituições. E o judiciário é o guardião dos direitos das pessoas e a universidade tem a obrigação de ser o farol para a sociedade”, disse.

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