Justiça

"Estar no CNJ é um privilégio", diz desembargador José Rotondano

Henrique Brinco / Bnews
Em entrevista ao BNews, Rotondano destaca que o CNJ vai além da punição, promovendo ações que beneficiam a sociedade  |   Bnews - Divulgação Henrique Brinco / Bnews

Publicado em 28/02/2025, às 01h21   Henrique Brinco



O desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, que recentemente assumiu o cargo de conselheiro no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para o biênio 2024-2026, concedeu uma entrevista ao BNews durante sua passagem pelo Camarote Salvador.

Indicado por 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) de forma unânime, ele destacou a relevância do CNJ, ressaltando que o órgão não se limita a uma função punitiva, mas também desempenha ações positivas para a sociedade.

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"Olha, estar no CNJ primeiro é um privilégio. E o CNJ não existe só para punir, ele existe com muitas ações positivas. O CNJ é um mundo, que é um celeiro de ações positivas", afirmou.

O conselheiro também comentou sobre o impacto de sua experiência no CNJ em seu conhecimento sobre as transgressões no âmbito da justiça.

"Hoje eu sinto que estar na Corte tem contribuído no meu conhecimento com relação às transgressões, ou não. E o CNJ é um órgão, embora seja de controle, mas um povo que cuida da sociedade, que cuida da magistratura", completou.

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