Justiça
A corrida eleitoral para a Presidência do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) esquenta a cada dia que se aproxima das eleições. Prevista para acontecer na segunda quinzena de novembro deste ano, duas candidaturas já foram anunciadas publicamente. A primeira, foi do candidato a presidente, desembargador José Edvaldo Rocha Rotondano. A segunda é a do desembargador Jatahy Fonseca, que se dirigiu aos colegas em uma carta, apresentando sua candidatura.
Na carta, Jatahy Júnior conta que tem 39 anos de experiência no Judiciário, e se sente apto para ser presidente do TJBA no biênio 2026-2028. Em sua proposta de gestão, ele quer unir a eficiência tecnológica e valorização humana. O candidato se vê como um líder estratégico capaz de integrar diferentes setores e preparar a instituição para os desafios futuros.
A plataforma de Jatahy Júnior é estruturada em três pilares. O primeiro é a valorização do capital humano, formado por magistrados, servidores e colaboradores, por meio de políticas de apoio e desenvolvimento. Ele promete fortalecer gabinetes em todos os níveis e melhorar as condições de trabalho nas unidades judiciais. O candidato também destaca a atualização do Plano de Cargos e Salários dos servidores e a promoção de um ambiente institucional saudável como prioridades.
O segundo pilar é a inovação como motor de transformação. Jatahy Júnior defende a incorporação de tecnologias como a inteligência artificial para agilizar rotinas e modernizar serviços. Para o candidato, isso liberaria os profissionais para o que as máquinas não podem fazer: a análise jurídica qualificada e a resolução de conflitos. Além disso, ele planeja investir em segurança da informação e em maior interoperabilidade com órgãos externos.
Por fim, o terceiro pilar é a eficiência e a sustentabilidade da gestão. Jatahy Júnior pretende usar os recursos de forma racional, modernizar a administração e assegurar o equilíbrio financeiro. Ele enfatiza a priorização do primeiro grau, pois é onde a maioria da população busca a Justiça.
O candidato também reconhece a importância dos cartórios extrajudiciais na solução de conflitos e na arrecadação do tribunal. A proposta busca, ainda, fortalecer a reputação do TJBA como guardião dos direitos e da democracia. Para isso, ele sugere uma atuação estratégica junto aos meios de comunicação e à sociedade civil, visando projetar a imagem de um tribunal moderno e transparente.
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