Justiça

Juiz destaca nova fase da conciliação trabalhista na Bahia: “É mais humano e mais rápido”

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Unidades da 1ª instância passam a operar de forma unificada no Fórum 2 de Julho, em Salvador  |   Bnews - Divulgação Reprodução
Redação BNews com informações de Claudia Cardozo

por Redação BNews com informações de Claudia Cardozo

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Publicado em 30/06/2025, às 11h40 - Atualizado às 11h47



Com a inauguração da nova sede do Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA), as unidades da primeira instância passam a operar de forma unificada no Fórum 2 de Julho, na Avenida Paralela, em Salvador. Entre os destaques da mudança, ocorrida nesta nesta segunda-feira (30), está o novo Centro de Conciliação, que passa a reunir em um mesmo espaço as estruturas de 1º e 2º graus.

Para o juiz Carlos Almeida, diretor do Centro de Conciliação, essa integração representa uma transformação concreta no atendimento ao cidadão e na resolução de conflitos trabalhistas. “Primeiramente, a unificação das unidades de 1º e 2º grau já é fundamental para a gente tratar melhor as partes. Temos agora uma estrutura que permite oferecer mais salas, ampliar os serviços e, com isso, melhorar o que entregamos à população”, afirma.

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Mesmo com a possibilidade do teletrabalho, Almeida destaca os ganhos trazidos pela presença física das equipes no mesmo prédio. “Ter todo mundo junto facilita a comunicação, aproxima os setores e melhora o nosso dia a dia. A infraestrutura é melhor e isso impacta diretamente na qualidade dos serviços”, pontua.

À frente do CEJUSCs [Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania], o magistrado vai além do aspecto técnico. “O CEJUSCs, para mim, é uma paixão. É uma forma diferente de viver a Justiça. Ele estimula outra forma de olhar para o processo, não apenas com a mentalidade do juiz que julga, mas com o olhar de quem busca construir uma solução rápida e eficaz”, diz.

Com a nova sede, o Centro de Conciliação amplia o alcance das audiências consensuais, um modelo que ganha cada vez mais relevância na Justiça do Trabalho. “É uma forma de estimular o diálogo. Resolver um processo por meio da conciliação é não só mais rápido, mas também mais humano”, defende.

O novo prédio, localizado na Rua Ivonne Silveira, próximo à estação de metrô do Imbuí, já está aberto ao público para informações sobre processos. As audiências presenciais terão início no dia 7 de julho. Por enquanto, as sessões ocorrem em formato telepresencial.

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