Justiça
Publicado em 14/08/2024, às 11h47 Pedro Moraes
O Ministério Público de Goiás (MPGO) pediu a prisão temporária do juiz Adenito Francisco Mariano Júnior, e do filho dele, Pedro Gustavo Gornattes Mariano, além de outros dois investigados por esquema criminoso de venda de decisões judiciais, mas o Tribunal de Justiça local indeferiu o pedido de prisão temporária.
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Todavia, a desembargadora Nelma Branco Ferreira Perilo determinou a aplicação de medidas cautelares, a exemplo do uso de tornozeleira eletrônica por cinco dias, da proibição de deixar a cidade onde residem e da proibição do contato com os demais investigados.
Segundo o MPGO, a prisão de Adenito, Pedro Gustavo, do contador Leandro Alves da Silva e de Raul Luiz Tedesco Reis garantiria a coleta de provas sem interferência ou manipulação. Uma operação mirou os alvos nesta terça-feira (13).
De acordo com a magistrada, apesar de não desprezar a gravidade dos crimes em apuração, houve a ponderação de não verificar, neste momento, “a comprovação da imprescindibilidade da medida excepcional privativa da liberdade para as investigações”.
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