Justiça
A juíza da infância, Fausta Cajahyba, revelou detalhes sobre o trabalho que foi desenvolvido pela Vara da Infância durante o Carnaval de Salvador. Segundo ela, são quase 300 agentes da Justiça baiana voltada para cuidados de criança, afim de evitar trabalho infantil e situações inpróprias para as crianças.
“Outra coisa que se fiscaliza também são os camarotes para ver se todos têm cumprido o artigo 243 do ECA para que não vendam bebida alcoólica a crianças ou adolescentes. Os camarotes são fiscalizados não só para ver se tem um cartaz, mas também se usam em pulseiras diferentes para o público juvenil”, disse a juíza.
Ela apontou ainda que os camarotes não são locais próprios para crianças e, por isso, não podem permitir que menores sejam recebidos nesses espaços.
A juíza apontou ainda que, esse ano, houveram casos de crianças desaparecidas e que se perderam dos pais, mas que foram levadas a postos da vara da criança onde as medidas foram adotadas. Ela afirmou que foram apenas dois casos, que foram devolvidos às respectivas mães
Em um caso, Cajahyba afirmou que uma criança precisou ser levada ao hospital por não estar acordando, porém, foi constatado que ela estaria desacordada apenas devido ao cansaço. “Os agentes de proteção foram bem rápidos e eficazes, também a Polícia Militar ajudou”
A juíza continuou destacando que, um acontecimento muito importante foi justamente a integração entre as forças que ocorreram na proteção das crianças. Para ela, essa junção foi algo que veio para ficar, especialmente durante o carnaval.
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