Justiça
Publicado em 09/08/2024, às 09h10 Cadastrado por Marco Dias
Uma operação conjunta entre o Ministério Público do Espírito Santo (MP-ES) e o Tribunal de Justiça do Estado (TJ-ES), deflagrada no dia 1º de agosto, desmantelou uma suposta organização criminosa formada por juízes e advogados que fraudavam processos judiciais para se apoderar de valores de heranças. A informação é do portal Metrópoles.
Inscreva-se no canal do BNews no WhatsApp!
Entre os alvos da operação estão dois juízes: Bruno Fritoli, preso preventivamente, e Maurício Camatta Rangel, que responde ao processo em liberdade, usando tornozeleira eletrônica.
Segundo o MP-ES, o grupo criminoso utilizava um modus operandi específico: advogados apresentavam ações de cobrança contra pessoas já falecidas, com valores expressivos em contas bancárias, direcionando os processos para varas onde atuavam juízes compactuados com o esquema.
As ações, repletas de irregularidades como falta de documentos e pagamento de custas, eram rapidamente julgadas pelo juiz Maurício Camatta Rangel, que homologava acordos fraudulentos e bloqueava os valores das contas dos falecidos.
Para o procurador-geral de Justiça do Espírito Santo, Francisco Martínez Berdeal, as investigações apontam para a prática de diversos crimes, como organização criminosa, lavagem de dinheiro e fraude processual.
Quebras de sigilo bancário revelaram movimentações financeiras entre o juiz e alguns dos investigados, reforçando as suspeitas sobre o esquema.
Classificação Indicativa: Livre
Limpeza inteligente
copa chegando
Super desconto
Som perfeito
Cinema em casa