Justiça
Publicado em 03/11/2025, às 19h00 Matheus Simoni e Claudia Cardozo
A candidatura de Jorge Messias, atual advogado-geral da União (AGU) e principal cotado para o posto, começou a enfraquecer. Segundo juristas ouvidos pelo BNews, a possibilidade dele ser o indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), antes a principal aposta por políticos aliados do chefe do Poder Executivo, já não é mais consenso. Em meio à possibilidade, Messias foi aconselhado a não comparecer a eventos públicos enquanto a situação não for definida.
O BNews apurou que o chefe da AGU tinha presença confirmada em dois eventos da área jurídica na capital baiana. No entanto, ele não compareceu, o que levantou rumores sobre a indicação ter ido por água abaixo.
"Subiu no telhado. Messias não veio porque ele não seria mais o nomeado e ficaria chato pra ele estar em público e ser questionado sobre isso", comentou um jurista reservadamente à reportagem.
Além de Messias, outro nome que corre por fora como indicação de Lula para o lugar de Luis Roberto Barroso é Rodrigo Pacheco. Senador pelo PSD-MG, o congressista tem proximidade com alguns magistrados, como Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, e tem como principal cabo eleitoral o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
No entanto, diversos setores ligados a artistas e movimentos feministas cobram que Lula indique uma mulher negra para o posto. Desde a aposentadoria de Rosa Weber, a única magistrada é Cármen Lúcia. Já a última pessoa negra a figurar como ministro do Supremo foi Joaquim Barbosa, que se aposentou em julho de 2014 do cargo.
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