Justiça
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) decretou novamente, nesta quarta-feira (7), a prisão do ex-CEO da Hurb, João Ricardo Rangel Mendes, após o descumprimento de medidas cautelares. A decisão atende a um pedido do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).
Em agosto de 2025, a Justiça havia determinado que João Ricardo se apresentasse mensalmente ao juízo, utilizasse tornozeleira eletrônica e apresentasse relatórios médicos mensais, alegando problemas de saúde mental. Ele também foi impedido de manter contato com testemunhas e obrigado a entregar o passaporte às autoridades.
No entanto, na noite da última segunda-feira (5), o ex-CEO foi preso em flagrante no Aeroporto de Jericoacoara (CE) ao tentar embarcar para Guarulhos, na Grande São Paulo, utilizando documentos falsos e com a tornozeleira eletrônica descarregada.
Ainda segundo o MPRJ, o réu havia deixado de enviar os relatórios médicos obrigatórios desde 2025.
Após a prisão, João Ricardo passou por audiência de custódia e teve liberdade provisória concedida pelo Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) na terça-feira (6).
No pedido que motivou a nova decretação da prisão preventiva, o Ministério Público afirmou que o episódio no aeroporto, somado à ausência de relatórios médicos, evidencia o descumprimento reiterado das medidas impostas pela Justiça. O órgão destacou ainda que o ex-CEO deixava a tornozeleira descarregar, permanecendo incomunicável por até 27 horas consecutivas.
A defesa de João Ricardo alegou que ele viajou em 29 de dezembro, não ultrapassando o limite de 30 dias fora da comarca, e sustentou que o desligamento da tornozeleira não foi intencional.
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