Justiça

Justiça matém prisão de dono de camarote interditado por suspeita de lavagem de dinheiro

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O dono do camarote interditado foi preso em fevereiro, durante a terceira fase da operação Falsas Promessas  |   Bnews - Divulgação Reprodução Redes Sociais
Mariana Cedrim

por Mariana Cedrim

Publicado em 02/03/2026, às 19h12



A Justiça da bahia negou o pedido de revogação da prisão apresentado pela defesa do rifeiro Diogo Santos de Almeida, conhecido como Diogo 305. O camarote do empresário foi interditado no Carnaval deste ano sob a suspeita de ser usado para lavagem de dinheiro. 

Diogo 305 foi preso em fevereiro, durante a terceira fase da operação Falsas Promessas, em um resort de luxo em Busca Vida, no Litoral Norte da Bahia, com mais de 500 munições de fuzil. A decisão pela manutenção da prisão foi proferida, na quinta-feira (26), pela juíza Martha Carneiro Terrin e Souza.

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A magistrada pontuou que a defesa de Diogo alegou que ele possui registro como CAC (Colecionador, Atirador e Caçador) desde 2021, mas as guias de tráfego de armamentos apresentadas  foram emitidas apenas em 2025. Outro agravante foi a tentativa de fuga no momento da abordagem policial. A defesa ainda não se pronunciou sobre a manuteção da prisão.

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