Justiça
O ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF) explicou as diferenças entre os prazos dos processos envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o inquérito que apura as fraudes no INSS.
O magistrado falou sobre o assunto depois de ser questionado pelo humorista paraibano Mizael Silva, que esteve no Supremo junto com outros influenciadores que participaram da iniciativa "Leis e Likes" projeto que visa aproximar o STF da sociedade.
“Não tenho nada a ver com o processo do INSS. Eu não sou o relator [do caso]. Teve uma fake news… ‘ele não faz nada’. Eu não sou o relator de tudo no mundo. Gostaria de ser, mas não sou”, disse o ministro.
“Quem investiga é a Polícia Federal, não sou eu. Quem denuncia é o procurador-geral da República. Quem recebeu a denúncia, foi a Primeira Turma [do STF]. Não fui eu quem iniciou o processo”, expôs.
Velocidade do julgamento
Na ocasião Moraes também comentou sobre a velocidade de tramitação dos dois processos. O magistrado esclareceu que o processo contra Bolsonaro já dura quase dois anos, enquanto o caso do INSS chegou recentemente ao Supremo.
“Entre investigação, denúncia e o processo, vamos completar quase dois anos. A questão do INSS não tem seis meses. E as pessoas colocam, na desinformação, que é o mesmo prazo. Uma coisa tem quase dois anos, 1 ano e 8 meses, e outra chegou no Supremo em abril.”
“Às vezes, algo demora mais ou menos por questões processuais, tem que preparar, estudar o processo, não há nenhuma predileção para um lado ou para o outro. Depende do procedimento, do relator, das provas… Comparar coisas diversas é muito complicado. Não é que um está mais rápido que o outro. É que uma coisa é completamente diferente da outra.”
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