Justiça
Publicado em 17/07/2024, às 22h05 Redação
O Ministério Público do Estado da Bahia emitiu parecer que aponta irregularidades na compra de notebooks pela Prefeitura de Catu. O prefeito da cidade, Pequeno Sales (PT), ainda celebrava a notícia de que a Justiça concedeu liminar requerida pela secretária de Educação e irmã do gestor, Rosa Sales, que barra a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga, na Câmara Municipal, as mesmas irregularidades.
O parecer do órgãos ministerial aponta superfaturamento, divergências entre compra e produto, não equivalência quantitativa e qualitativa entre os computadores e inadequação com o que estipula o Tribunal de Contas da União (TCU). Apesar do revés na Justiça, os vereadores de Catu tentarão reverter a decisão judicial que barrou a CPI.
A comissão parlamentar investiga a compra de 400 computadores adquiridos durante a pandemia por R$ 2 milhões junto à empresa "Soluções em Tudo Eireli". As informações são do Jornal A Tarde.
Segundo a publicação, foram apurados endereços falsos da empresa e do suposto proprietário. A CPI ainda apontava que a primeira-dama de Catu, Jucicleide Bezerra da Silva, conhecida como "Cafu", também estaria envolvida nas irregularidades da licitação que, para aquisição dos equipamentos, utilizou recursos federais.
O MP ainda apontou que "o aumento quantitativo de 45 equipamentos realizada pela municipalidade não se mostra adequada ao entendimento do Tribunal de Contas da União – TCU”.
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