Justiça

"Penduricalhos": presidente da Amab defende revisão dos salários para extinguir polêmica

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Presidente da Associação dos Magistrados da Bahia (Amab), Eldsamir Mascarenhas, destacou a relevância da parceria histórica entre juízes e promotores.  |   Bnews - Divulgação BNews
Cibele Gentil e Claudia Cardozo

por Cibele Gentil e Claudia Cardozo

Publicado em 27/02/2026, às 19h30



A posse para o novo biênio do procurador-geral de Justiça da Bahia, Pedro Maia, realizada nesta sexta-feira (27) na sede do Ministério Público, serviu de cenário para reflexões sobre o as carreiras jurídicas no estado. Entre as autoridades presentes, o presidente da Associação dos Magistrados da Bahia (Amab), Eldsamir Mascarenhas, destacou a relevância da parceria histórica entre juízes e promotores.

Em entrevista ao BNews, o magistrado reforçou que o trabalho harmônico entre as instituições permeia ambas as carreiras, especialmente nas pequenas comarcas do interior. Apesar da sintonia institucional, o dirigente pontuou que ainda existem distorções no reconhecimento das carreiras.

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Segundo Eldsamir Mascarenhas, o Ministério Público tem alcançado um pouco mais de vantagens que a Magistratura. Ele ressaltou que as realidades não são inteiramente distintas e que há uma busca constante por equacionar essas diferenças para que as carreiras sigam em uma linha de equilíbrio.

O debate sobre a remuneração e gratificações

A análise do presidente da Amab também recaiu sobre a atual estrutura das remunerações e a polêmica em torno dos chamados "penduricalhos". Ele defendeu que é necessário um enfrentamento honesto e direto sobre o tema, argumentando que as gratificações acessórias surgem como uma tentativa paliativa de compensar a falta de reajustes perante a inflação.

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