Justiça
Publicado em 18/03/2026, às 11h12 Yuri Pastori e Anderson Ramos
Teve início nesta quarta-feira (18) e segue até a próxima sexta (20), no Salão Nobre do Fórum Ruy Barbosa, o II Encontro Nacional de Mulheres na Justiça Restaurativa. O evento traz uma programação que reforça o protagonismo feminino na construção e no fortalecimento da cultura de paz no Brasil.
Presente na cerimônia de abertura do evento, o presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), José Rotondano, exaltou a importância do modelo que tem como objetivo busca a solução de conflitos através da reparação.
“Não posso pensar no judiciário, no direito, sem essa ideia de recompor, de restaurar, que é uma finalidade da justiça restaurativa no Brasil. É algo moderno, é algo que deve ser efetivamente aproveitado, pois não se deve única e exclusivamente pensar na punição e na entrega do direito sem se ter uma sensibilidade sem se pensar nas pessoas que estão do outro lado. A justiça restaurativa tem essa finalidade, de recompor, restaurar, rever situações e é muito mais prático e é muito melhor que possamos compor do que você efetivamente ir até o final, às vezes, de um processo desgastante”, afirmou Rotondano.
Estruturada em três eixos temáticos: Acolher e Inspirar; Refletir e Construir; Compartilhar e Integrar, o evento reúne painéis, apresentações de boas práticas, espaços de construção coletiva e lançamento de livros e revista.
A programação inclui, ainda, a leitura da “Carta das Mulheres da Justiça Restaurativa 2026”, documento que sintetizará reflexões e compromissos assumidos durante o Encontro, além de lançamentos editoriais que fortalecem a produção acadêmica e institucional na área.
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