Justiça

Presidente do TJBA celebra transferência da Corte para para Cachoeira

Rodrigo Oliveira Braga / BNews
José Rotondano afirmou que transferência é um resgate da memória de luta pela independência  |   Bnews - Divulgação Rodrigo Oliveira Braga / BNews
Cláudia Cardozo e Héber Araújo

por Cláudia Cardozo e Héber Araújo

claudia.cardozo@bnews.com.br

Publicado em 25/06/2026, às 14h51 - Atualizado às 15h18



O Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) foi transferido, nesta quinta-feira (25), para a cidade de Cachoeira. A transferência ocorreu para celebrar  uma das principais datas da luta pela Independência do Brasil na Bahia. Para o presidente do Tribunal, José Edivaldo Rotondano, essa mudança da corte para a cidade do recôncavo baiano será a primeira de muitas.

Em declaração ao BNews, o presidente do TJBA a cidade tem uma representação histórica para a luta pela independência do Brasil e de “uma perseverança ímpar”. “E eu não poderia me afastar de estar em Cachoeira em uma data tão importante para a Bahia”, disse Rotondano, que celebrou o título de cidadão cachoeirense que recebeu, apontando ser também uma homenagem a todo Tribunal de Justiça.

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Durante as celebrações da cidade para o 2 de Julho, o Desembargador esteve de lado e de mãos dadas com o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), e com a presidente da ALBA, Ivana Bastos (PSD). Questionado sobre a cena, ele afirmou ser uma comprovação da união entre os três poderes do Estado.

“É uma demonstração inequívoca de que os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, em eventos desta natureza, estamos sempre unidos para cuidarmos do nosso povo e resgatar as memórias da independência do Brasil e da Bahia. Porque unidas as instituições transmitem segurança para a sociedade”, declarou o desembargador.

Interiorizando o TJBA 

Questionado sobre esse processo de estar aproximando o Tribunal de Justiça do interior da Bahia, Rotondano alegou se tratar de uma visão que sempre teve, desde que coordenou o TRE. “O nosso tempo chegou para expandirmos nossas ações para nossas comunidades e o povo precisa do judiciário, por isso estamos indo até eles”.

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